Abertura de empresa no exterior
LLC nos EUA e offshore em BVI, Cayman, Bahamas, Nevis ou Panamá, na jurisdição certa para o objetivo da família.
Abertura de empresa no exterior →Dupla Titulação:
Advocacia (OAB/SP) + Contabilidade (CRC/SP)
10+ Anos de Experiência
em Direito Tributário e Societário
Atuação Global
EUA, Caribe, Europa e América do Sul
Sem Intermediários
Você fala diretamente com quem resolve.
Em resumo
A CRH Advisory é uma assessoria jurídica e contábil que abre e mantém empresas no exterior para brasileiros, como LLC nos Estados Unidos e offshore em BVI, Cayman, Bahamas, Nevis e Panamá. O trabalho é conduzido por Claudia Vasconcelos, advogada e contadora (OAB/SP 473344 e CRC/SP 354609).
Muitos empresários buscam abrir uma Offshore ou uma LLC nos EUA atraídos apenas pela facilidade, mas ignoram as obrigações fiscais perante a Receita Federal do Brasil e o Banco Central. O resultado? Multas pesadas e risco de evasão fiscal não intencional.
Na CRH Advisory, nós blindamos sua operação.
Nossa metodologia integra a visão legal e contábil para criar estruturas que servem a três propósitos:
Blindagem de bens contra riscos jurídicos no Brasil.
Redução legal da carga de impostos sobre investimentos e lucros.
Facilitação da transmissão de bens para herdeiros sem a burocracia e custos do inventário tradicional.
Uma única equipe, jurídica e contábil, cuida da estrutura da família no Brasil e no exterior: da empresa e da conta bancária fora do país à holding, à sucessão e às declarações de cada ano.
LLC nos EUA e offshore em BVI, Cayman, Bahamas, Nevis ou Panamá, na jurisdição certa para o objetivo da família.
Abertura de empresa no exterior →Conta da pessoa física ou da empresa offshore, com o cadastro que o banco pede e as declarações no Brasil.
Conta bancária no exterior →Holding familiar no Brasil, ligada às estruturas no exterior, para a gestão e a sucessão dos bens. Veja os serviços para alta renda.
Holding e proteção patrimonial →Sucessão dos bens no Brasil e no exterior organizada em vida, com estrutura societária, testamento e doação.
Planejamento sucessório →Declaração de quem tinha US$ 1 milhão ou mais em bens no exterior em 31 de dezembro (Banco Central, 2025).
Regularização DCBE →Declaração federal e estadual de quem tem LLC, imóvel alugado ou vendeu imóvel nos EUA, com o pedido do ITIN.
Tax Return →Saída definitiva do Brasil na Receita Federal e residência fiscal no Paraguai ou no Panamá, nos dois países.
Saída definitiva do Brasil →Balanço e obrigações anuais da empresa no exterior, com a mesma equipe que abriu a estrutura.
Contabilidade e manutenção →
A troca de informações financeiras entre países é automática. Não corra riscos desnecessários com a Receita Federal ou Banco Central. Quem tem empresa, conta ou investimento fora do Brasil responde a mais de um órgão, e as declarações precisam trazer os mesmos números.
Elaboração e entrega da declaração obrigatória ao Banco Central do Brasil para residentes com ativos no exterior. A declaração anual é exigida de quem tinha US$ 1 milhão ou mais em bens fora do país em 31 de dezembro, segundo o Banco Central (2025).
Saiba sobre o DCBEPreparação e envio do Federal e State Income Tax Return para sua empresa ou imóvel nos Estados Unidos. A empresa americana com dono estrangeiro entrega a declaração anual mesmo sem lucro, e a multa por falta do Form 5472 começa em US$ 25.000, segundo o IRS (2024).
Tax Return AmericanoProcesso completo para quem vai morar fora e deseja cessar a residência fiscal no Brasil corretamente.
Consultoria de Saída DefinitivaInvestir no exterior como pessoa física e investir por meio de uma empresa offshore diferem em três pontos: o momento em que o imposto brasileiro incide, a sucessão dos bens e as obrigações de declaração. Nos dois casos, a alíquota do Imposto de Renda no Brasil é de 15% ao ano.
Desde a Lei 14.754/2023, a pessoa física residente no Brasil declara os rendimentos de aplicações financeiras no exterior na Declaração de Ajuste Anual e paga 15% sobre a parcela anual desses rendimentos (art. 2º). Quando o investimento é feito por meio de uma empresa controlada no exterior, o lucro da empresa é tributado em 31 de dezembro de cada ano, à mesma alíquota, nas hipóteses do art. 5º, e a lei permite optar por declarar os bens da empresa como se fossem da própria pessoa (art. 8º). A diferença mais visível está na sucessão: ações de companhias americanas e imóveis nos Estados Unidos em nome de um estrangeiro não residente entram no imposto sobre herança americano quando somam mais de US$ 60 mil, com alíquotas de 18% a 40%, segundo o IRS (2026). Nas duas formas, quem tem US$ 1 milhão ou mais em bens no exterior em 31 de dezembro entrega a declaração anual ao Banco Central (2025).
Não. Ter uma empresa no exterior é 100% legal, desde que declarada corretamente à Receita Federal (IRPF) e ao Banco Central (DCBE) quando aplicável. A ilegalidade está na ocultação, não na posse.
Os custos variam conforme a jurisdição e a complexidade da estrutura. Uma LLC nos EUA tem custos diferentes de uma Holding em BVI. Agende um diagnóstico para receber uma cotação transparente, incluindo taxas estaduais e honorários.
A LLC nos EUA é excelente para negócios operacionais e investimentos no mercado americano. Já as Offshores em jurisdições neutras (como BVI ou Bahamas) são frequentemente usadas para proteção patrimonial e planejamento sucessório, devido à flexibilidade societária e sigilo.
Sim. Atendemos clientes em todo o Brasil e no mundo (Digital Nomads) através de reuniões por videoconferência e processos digitais seguros de assinatura de contratos e abertura de empresas.
Quem já tem capital no exterior precisa manter três frentes em dia. A primeira é o Imposto de Renda: desde a Lei 14.754/2023, os rendimentos de aplicações financeiras no exterior e os lucros de empresas controladas, nas hipóteses da lei, são declarados todos os anos e tributados em 15% (arts. 2º e 5º). A segunda é a Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (DCBE), entregue ao Banco Central por quem tem US$ 1 milhão ou mais em bens fora do país em 31 de dezembro; a partir de US$ 100 milhões, a declaração passa a ser trimestral (2025). A terceira depende de onde está o patrimônio e de onde a pessoa mora: empresa ou imóvel de aluguel nos Estados Unidos exigem o Tax Return, e quem se muda para outro país formaliza a Saída Definitiva na Receita Federal. A troca de informações financeiras entre países é automática, por isso as declarações precisam contar a mesma história.

Não deixe seu patrimônio na mão de generalistas. Agende um diagnóstico técnico com nossa equipe.
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